ISSN 2594-3626
19º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética — Vol. 19 , num. 19 (1997)
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Resumo
De acordo com dados do PROCEL, da geração até o consumidor, o sistema elétrico perde aproximadamente 15% da energia gerada, sendo que a transmissão responde por 30% e a distribuição por 70% do total das perdas. Na distribuição, as perdas técnicas respondem por 73% e as perdas comerciais (consumidores sem medição) por 27%. Com exceção das perdas comerciais, do ponto de vista do balanço de energia, as perdas na geração, transmissão e distribuição podem ser reduzidas de forma significativa, mediante o emprego de novos materiais, com vistas à eficiência energética. Neste trabalho, os novos materiais enfocados são as ligas amorfas, os materiais nanocristalinos e os ímãs permanentes classificados como terras-raras (NdFeB e SmCo). No que respeita às ligas amorfas e aos materiais nanocristalinos, materiais magneticamente moles, a figura de mérito em destaque são as reduções das perdas em núcleos de transformadores e máquinas elétricas rotativas. E no que se refere aos ímãs permanentes e suas aplicações na microeletrônica, com vistas à eficiência energética, são destacados os critérios da energia por custo e a energia por unidade de volume ou peso.
De acordo com dados do PROCEL, da geração até o consumidor, o sistema elétrico perde aproximadamente 15% da energia gerada, sendo que a transmissão responde por 30% e a distribuição por 70% do total das perdas. Na distribuição, as perdas técnicas respondem por 73% e as perdas comerciais (consumidores sem medição) por 27%. Com exceção das perdas comerciais, do ponto de vista do balanço de energia, as perdas na geração, transmissão e distribuição podem ser reduzidas de forma significativa, mediante o emprego de novos materiais, com vistas à eficiência energética. Neste trabalho, os novos materiais enfocados são as ligas amorfas, os materiais nanocristalinos e os ímãs permanentes classificados como terras-raras (NdFeB e SmCo). No que respeita às ligas amorfas e aos materiais nanocristalinos, materiais magneticamente moles, a figura de mérito em destaque são as reduções das perdas em núcleos de transformadores e máquinas elétricas rotativas. E no que se refere aos ímãs permanentes e suas aplicações na microeletrônica, com vistas à eficiência energética, são destacados os critérios da energia por custo e a energia por unidade de volume ou peso.
Palavras-chave
Novos materiais, perdas, conservação de energia
Novos materiais, perdas, conservação de energia
Como citar
Luciano, Benedito Antonio; Kiminami, Claudio Shyinti.
OS NOVOS MATERIAIS E A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA,
p. 155-166.
In: 19º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética,
São Paulo, SP - Brasil,
1997.
ISSN: 2594-3626, DOI 10.5151/2594-3626-19Energia-155-166