ISSN 2594-3626
16º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética — Vol. 16 , num. 16 (1994)
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Resumo
A tecnologia no tratamento de águas de resfriamento vem se desenvolvendo a passos largos. Da utilização dos fosfatos, na década de 30, dos polifosfatos na de 40, dos cromatos e nitritos na de 50, dos cromatos e sais de zinco na de 60, dos polímeros na de 70 e dos fosfonatos na de 80, chegamos nesta década à aplicação dos molibdatos. A partir de trabalhos efetuados em vários centros de pesquisas, especialmente na Universidade de Pittsburg, na Pensilvânia, teve início o uso dos molibdatos no tratamento de águas de sistemas de refrigeração semi-abertos e, posteriormente, em sistemas fechados. Hoje a maioria dos sistemas nos Estados Unidos e mais de 700 empresas no Brasil estão utilizando esta tecnologia. Os motivos são bastante significativos: oferece estabilidade térmica, não apresenta perdas por causa de agentes redutores, opera uma ampla faixa de pH, tem alta eficiência anti-corrosiva e o mais importante não possui qualquer característica poluente. Num momento em que o mundo todo discute alternativas para o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente é tida como fator de sobrevivência das empresas, nada é mais auspicioso do que a introdução de produtos "verdes".
A tecnologia no tratamento de águas de resfriamento vem se desenvolvendo a passos largos. Da utilização dos fosfatos, na década de 30, dos polifosfatos na de 40, dos cromatos e nitritos na de 50, dos cromatos e sais de zinco na de 60, dos polímeros na de 70 e dos fosfonatos na de 80, chegamos nesta década à aplicação dos molibdatos. A partir de trabalhos efetuados em vários centros de pesquisas, especialmente na Universidade de Pittsburg, na Pensilvânia, teve início o uso dos molibdatos no tratamento de águas de sistemas de refrigeração semi-abertos e, posteriormente, em sistemas fechados. Hoje a maioria dos sistemas nos Estados Unidos e mais de 700 empresas no Brasil estão utilizando esta tecnologia. Os motivos são bastante significativos: oferece estabilidade térmica, não apresenta perdas por causa de agentes redutores, opera uma ampla faixa de pH, tem alta eficiência anti-corrosiva e o mais importante não possui qualquer característica poluente. Num momento em que o mundo todo discute alternativas para o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente é tida como fator de sobrevivência das empresas, nada é mais auspicioso do que a introdução de produtos "verdes".
Palavras-chave
Molibdatos, Inibidores de corrosão, Tratamento de águas de resfriamento, Proteção anticorrosiva, Sistemas de refrigeração
Molibdatos, Inibidores de corrosão, Tratamento de águas de resfriamento, Proteção anticorrosiva, Sistemas de refrigeração
Como citar
Lorenzini, Marta Maria.
A UTILIZAÇÃO DOS MOLIBDATOS COMO AGENTES INIBIDORES DA CORROSÃO,
p. 89-102.
In: 16º Seminário de Energia, Utilidades e Transição Energética,
Juiz de Fora - MG, Brasil,
1994.
ISSN: 2594-3626, DOI 10.5151/2594-3626-16EnergPC-89-102